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A música como arte, exemplos de criatividade na música pop, a música e a crítica musical no Brasil, a música segundo Alex Ross...

Já houve tempos em que tanto o mercado como a mídia conseguiram chegar numa fase de equilíbrio onde cada espécie de música -- o jazz, a música clássica, o rock, a música popular tradicional, a música brasileira e etc -- tinha seu espaço e sua importância -- e de acordo com o historiador Eric Hobsbawn, a passagem dos anos 50 para a primeira metade dos anos 60 é um exemplo claro de período justo neste sentido: no auge da modernidade do século XX, cantores de blues, músicos de jazz, crooners da música popular americana, novos ícones do rock'n'roll, artistas da bossa nova e compositores da música erudita contemporânea eram todos abordados quase que equilibradamente nos EUA, Europa e Ásia. Mas isso foi mudando, e mudou totalmente com a chegada da globalização e da pósmodernidade: quase toda a atenção mercadológica e midiática foi transferida para a capacidade comercial da "nova" pop music -- que, além de se tornar exclusivamente uma expressão para entretenimento, já está amargando mais de 30 anos de versões recicladas e recicláveis --, restando fatias bem pequenas para outras espécies de música, principalmente a música instrumental, que é onde a arte é mais incorporada. Particularmente, eu considero que, afora as espécies de música popular de valores culturais inquestionáveis -- que são aqueles estilos musicais advindos da cultura regional ou do folclore de um determinado povo e, por isso, indissociáveis da sua identidade cultural --, a música instrumental (incluindo, aí, a voz, como instrumento), na condição da arte que ela é, deveria ser tratada sempre com o mesmo sentido lógico de desenvolvimento das artes plásticas: imagine, por exemplo, uma música instrumental do início do século XX com características sinestésicas relacionadas às deformidades geométricas do cubismo de Picasso, e que, no decorrer de um período histórico do seu desenvolvimento, ela chega a soar como um abstrato sonoro de fazer jus às obras de Jackson Pollock, já nos anos 50 -- é assim, e sempre assim, que a música instrumental, a música-arte, deveria ser tratada. 

O problema é que, no decorrer da história, todas as artes tiveram seus altos e baixos: e, quando não implicadas por causas políticas, as baixas, em termos estéticos, estiveram intrinsecamente ligadas à necessidade delas se moldarem às transformações e exigências sócio-econômicas, tornando se atrativas à especulação financeira e pobres em relação ao seu papel de levar a sociedade para graus elevados de debates e questionamentos. Mas isso é um reclame que, apesar de ser capaz de nos conscientizar em relação ao que faremos da arte no futuro, não trará nenhum reparo para o que foi feito no passado e o que resultou nesta época onde a arte está a serviço do entretenimento -- ou seja, é preciso convir que já não há mais somente aquele sentimento ou exigência da "arte pela arte". No entanto, o pósmodernismo, essa época indefinível em que vivemos, esconde um fator de riqueza que nunca existiu em qualquer outra época da história com a mesma intensidade de agora: a ecleticidade. Vivemos uma época marcada, sim, pela cultura pop, mas o jazz não morreu como se supunha décadas atrás, o rock se torna velho e se rejuvenesce a cada geração, as culturas tradicionais ainda estão presentes na identidade dos povos, ainda há exemplos de lugares onde a música erudita (clássica, romântica, moderna e contemporânea) se movimenta entre as pessoas e entre os holofotes midiáticos com grande repercussão e as velhas vanguardas já deram lugar para as novas, essas mais ecléticas e flexíveis. Quem tem essa noção inerente à época em que vivemos, saberá apreciar com prazer e  sem estranhamento o livro Escuta Só: Do Clássico ao Pop (Companhia das Letras, 2010), do crítico americano Alex Ross: ou seja, através de um conjunto de ensaios, o livro mostra que, exacerbações à parte, é possível encontrar lampejos criativos não apenas no jazz ou na música clássica, mas também nos vários tipos de música que inundam a era pósmoderna. E é mesmo esse o papel da crítica: elucidar as pessoas não apenas do que aconteceu e do que acontece no universo das artes, mas elucidá-las, também, para o fato de que cada época traz sua contribuição histórica.

Ao ler Escuta Só: Do Clássico ao Pop, fiquei imaginando como seria, da mesma forma, para um jornalista escrever um livro abrangente sobre os possíveis aspectos criativos de toda a música que circula no Brasil, e como a proposta desse livro iria ser recebida pelas editoras: haja vista a grande parte dos músicos brasileiros que se dizem "músicos de jazz" e ainda não absorveram as mudanças estéticas e as modernidades que o jazz sofreu nas últimas décadas, ficando apenas na poética passadista do standard e do samba-jazz; haja vista a segregação imposta à genuína música instrumental brasileira que, apesar dos seus tantos músicos criativos, ainda está recanteada aos guetos, sofrendo preconceito nos meios midiáticos; sem contar que, salvo uma ou outra banda na condição de underground, praticamente não temos um pop e/ou um rock criativo; da mesma forma, a MPB, vertente que já foi a máxima expressão nacional e que já movimentou as massas, não apenas já foi recanteada para os chamados "barzinhos" ou se elitizou como uma música para fundo de novela como a muito tempo não mostra novos cantores criativos; haja vista a música erudita que, por aqui, virou palco de repetição dos clássicos tarimbados, onde não apenas extinguiram a ousadia das programações  como também parecem terem extinguidos os compositores contemporâneos: salvo um ou outro caso isolado, técnicamente não temos um programa de incentivo para novos compositores. Ou seja, não que seria tarefa impossível, mas escrever um livro abrangente, "do clássico ao pop", sem desconsiderar os tantos exemplos de banalização da música ou considerando a criatividade com pré-requisito máximo...bem..., isso seria uma tarefa bem mais difícil para um jornalista brasileiro, caso tivesse algum com esta ousadia, do que para um jornalista americano, europeu ou até mesmo chinês. Enfim, atualmente, no Brasil, vivemos numa fase de tamanho rebaixamento estético e moral da música que não é incomum que os legítimos críticos de música sejam tratados como indivíduos estranhos, velhos, solitários e "nerds" enfadonhos. Praticamente toda a música disseminada para as massas advém de uma vulgarização da expressão popular -- como o tal "fanki carioca", por exemplo -- ou de uma padronização mercadológica -- que abrange a maioria das manifestações musicais: padroniza a música gospel evangélica, pega também as bandas de rock, os grupos de pagode e não deixa escapar nem mesmo a chamada música sertaneja, que agora alcançou o engraçado status de "música universitária" --  baseada na importação globalizada da cultura pop, onde só a vendagem é importante. E a  maioria dos artistas ligados à nossa música instrumental, que deveriam apresentar algum senso de inovação artística e de contemporaneidade, ainda estão presos às convenções, ao folclore e aos cânones dos chamados clássicos.
John Cage
Consequentemente, no Brasil quase não há mais críticos que analisem as obras musicais usando os  elementos do senso crítico e do conhecimento específico, os quais já foram indispensáveis para o exercício do jornalismo analítico -- é aquela coisa: o crítico de música atual está mais apto para falar dos aspectos comportamentais que cercam as bandas, os músicos e o público, do que para falar do processo histórico, do processo criativo e da música, propriamente dita, já que a maioria das obras musicais do nosso tempo não exigem mais aquela análise musical sofisticada de outrora. Afora um ou outro caso de profissional imparcial e bem antenado, os poucos críticos que atuam na nossa mídia não sabem utilizar o espaço que lhes são oferecidos: eles se limitam a abordar a música de forma passadista e superficial, falando sempre dos mesmos artistas através rebuscadas retóricas saudosistas ou falando das suas próprias preferências musicais, como se elas fossem imprescindíveis. Não fosse as possibilidades de troca de arquivos e conhecimentos pela internet, os artistas de vanguarda que já eram vistos com certas ressalvas aqui em solo tupiniquim estariam ainda mais segregados à margem, haja vista o tratamento que recebem na mídia local, sendo  recanteados para os rodapés das colunas jornalísticas em detrimento da diminuição do espaço editorial e da ostentação incessante pelo comercial. Na Europa e nos EUA, porém,  ainda há espaço para  aquela crítica diversificada e sofisticada, aquele tipo de crítica que não apenas analisa os fatores musicais e extra-musicais que influenciam no processo criativo de um determinado músico, banda ou de uma determinada obra isolada, mas confere, aos mesmos, uma análise baseado em valores estéticos e morais. As recentes empreitadas de Alex Ross mostram como a crítica musical ainda pode cativar as pessoas, bem como ainda pode representar um bridge entre o contexto de uma determinada obra e o público que se propõe a apreciá-la. Já no seu livro o Resto é Ruído (lançado aqui pela Companhia das Letras, em 2008), Ross faz um passeio pela música erudita do século XX capaz de prender a atenção de  qualquer leitor -- do neófito, do amador e até do fanático mais entendido -- através de relatos cheios de curiosos fatos históricos e de uma escrita apaixonadamente desprovida de termos técnicos. Com o livro Escuta Só: do Clássico ao Pop, Alex vai ainda mais além em sua busca por uma crítica equilibrada e sofisticada: ele não faz juízo de valor entre a música clássica e a música pop, entre o jazz e o rock; ele apenas relata fatos e analisa aspectos criativos relacionados a músicos, bandas, compositores e obras que vão da música erudita clássica de Schubert e Mozart ao pop contemporâneo de Björk, do free jazz de Cecil Taylor ao grunge rock de Kurt Cobain, da conhecida ópera de Verdi aos happenings musicais ensandecidos de John Cage.



Em Escuta Só: Do Clássico ao Pop, Alex Ross começa a falar de música com a prerrogativa de um crítico que está disposto a decodificar a música séria para os jovens e a música juvenil para os senhores sérios. Ele diz: "...eu odeio a música clássica....". E quer dizer: "...não odeio a coisa, a música clássica em si, mas esse rótulo que a limita...". E, em determinado ponto ele prossege: "...eu sempre quis escrever de música clássica como se ela fosse popular e de música popular como se ela fosse clássica...". Particularmente, achei essa idéia, a princípio, um tanto utópica. Quem de nós não fazemos juízo de valor, não temos preferências ou mesmo preconceitos em relação a um determinado tipo de música? Eu mesmo não gosto de todos os estilos de música: não gosto, por exemplo, do rock de Kurt Kobain (e sua banda Nirvana), um dos artistas abordados por Ross em seu livro. Mas o que o escritor quer quebrantar é a falsa impressão de que música pop é sempre uma música inferior em relação a música clássica, é sempre um manancial de mediocridade. O fato da música pop ser diferente em seu propósito -- ser preponderantemente de entretenimento, de composição sinteticamente simples, onde os hits de sucesso sejam lucrativos, bem como o sucesso dos próprios artistas sejam passageiros e substituíveis; ser uma música sem nenhuma preocupação em nos trazer questionamentos sobre a arte ou inovações estéticas --, não esconde um outro fato contrastante que os puristas não estão dispostos a reconhecer: o de que há vários exemplos de artistas pop que, além de terem sido originais, tentaram caminhar num limiar que fizesse fronteira com princípios revolucionários, com a inquietude da arte, com o arranjo instrumental bem elaborado, com a poesia bem elaborada, com linhas melódicas e sacadas harmônicas requintadas e com sacadas rítmicas que fogem das tarimbadas batidas artificiais, ou seja, procuraram fugir dos clichês e dos pastiches tão comuns nesta esfera da música. Desde as primeiras gravações das canções populares americanas até os mais recentes lançamentos do hip hop comercial, há inúmeros bons exemplos de artistas que compuseram belas canções e lançaram álbuns com um sincero desejo de criar algo novo e diferete em termos de canção e poesia, de criar verdadeiras obras de arte da cultura popular tradicional, moderna e contemporânea -- ou seja, em muitos artistas revolucionários ou apenas diferenciados, mesmo os da seara pop, o desejo de  serem criativos e diferentes supera  até mesmo o seu próprio entendimento limitado do que venha a ser "arte inovadora". Aos que compreendem o horizonte histórico da arte da música e aprecia os vários exemplos de música inteligente sem preconceitos, Alex Ross mostra que há um amplo campo de pesquisa que vai das canções pop de Frank Sinatra, nos anos 40, às canções contemporâneas do grupo de pop-rock Radiohead (foto), dos anos 90 e 2000; do canto spiritual de Marian Anderson, nos anos 20 e 30, ao canto excêntrico de Björk (foto), nos anos 90 e 2000; do folk engajado de Bob Dylan, nos anos 60 e 70, ao rock experimental do Sonic Youth das últimas décadas.



St. Lawrence Quartet
Bob Dylan

Mas antes que o leitor venha desconfiar da capacidade de Alex Ross, é preciso convir que além dele especificar bem suas fontes de pesquisa editorial e virtual, ele também relata com clareza como se deu suas pesquisas de campo. É um tanto enriquecedor ler  as experiências que Ross teve ao "cair na estrada" para seguir diferentes entidades da música pop, bem como as experiências e pesquisas que ele vivenciou estando bem de perto de grandes ícones da música erudita: num capítulo ele fala da sua viajem para Islândia, para se encontrar com Björk na intenção de acompanhar o processo criativo da gravação de um dos seus recentes discos, e conhecer de perto o cenário que influenciou essa que é uma das mais criativas artistas pop de todos os tempos; num outro capítulo ele relata suas obervações às reações dos jovens numa turnê do já velho, mas ainda "atual", Bob Dylan; em outro, ele relata suas experiências e observações numa turnê do "quase famoso" quarteto de cordas especializado em música erudita contemporânea St. Lawrence Quartet, com o qual ele viajou lado a lado, seguindo de perto as rotas dos seus membros, os concertos, a interação do quarteto com os diferentes públicos, bem como as dificuldades logísticas e econômicas inerentes a um conjunto de música instrumental desta espécie; num outro, ele acompanha de perto uma turnê do Radiohead, relatando as discussões entre os membros, o processo criativo dos shows e as preferencias e influencias musicais dos caras, que curiosamente vão do fusion de Miles Davis e do "jazz místico"de Alice Coltrane até a música erudita moderna de Olivier Messiaen; e num outro capítulo, ele acompanha bem de perto as experiências de sucesso do maestro finlandês Esa-Pekka Salonen, que fez da Orquestra Filarmônica de Los Angeles uma das principais orquestras especializadas em música contemporânea do mundo. Além desses ensaios com focos em personagens específicas, há dois ensaios mais genéricos no livro que são igualmente enriquecedores: um deles é o "Aprendendo a Partitura: a crise no ensino da Música", onde ele fala da importância da educação musical na sociedade, citando vários exemplos de educadores de sucesso (inclusive o trompetista, compositor e educador Wynton Marsalis, que ele acompanha mesmo sem gostar dele); o outro é o "Máquinas Infernais: como as gravações mudaram a música", onde ele fala dos aspecto tecnológicos que influenciaram a música, desde a descoberta do gramofone no final do século XIV até as mais recentes invenções da Era Digital. 

Johannes Brahms
E, por fim, para não dizer que Alex Ross foi de todo perfeito neste projeto, é preciso convir que há algumas doses de preferência pessoal e de presunção nos conjuntos de ensaios que compõe o livro: a música do compositor John Luther Adams pode não ser interessante para a maioria dos leitores brasileiros; a abordagem a Kurt Cobain, ainda que em um ensaio breve, parece refletir a admiração do escritor, quando era mais jovem, ao ícone do grunge; enquanto o ousado ensaio "Chacona, lamento e walking blues: linhas de baixo da história da música" -- que aborda "coincidências" que vão do lamento renascentista ao lamento do blues, das linhas de baixo barrocas às linhas de baixo do jazz -- chega a ser enfadonho e dá a impressão do quão completo de conhecimento o escritor deseja ser visto. Contudo, podemos concluir que o livro atende seu objetivo de agradar tanto os mais jovens e os mais velhos com espíritos inquietos quanto os apenas eruditos. Os eruditos adorarão os ensaios relativos ao romantismo tardio e inebriante de Brahms, ao clacissismo genial e breve de Schubert e ao quanto as formas de se interpretar Mozart tem mudado no decorrer da história. Não fosse a preponderante ecleticidade que inunda nossos ouvidos -- e que, afinal, é a marca maior do pósmodernismo --, até poderíamos concluir que o esforço de Alex Ross  -- de caducar os rótulos e "falar de música clássica como se ela fosse popular e da música popular como se ela fosse clássica" -- é algo ingênuo, pra não falar utópico. Quisera que estivéssemos numa época mais justa como foi o período entre os anos 50 e início dos anos 60, onde, segundo Hobsbawn, o antigo convivia em harmonia com o moderno e o popular dividia espaços com o erudito -- sim, estamos numa época de total ecleticidade (ou ecletismo, se preferirem), mas o senso de equilíbrio na "biosfera das artes" já não é justo como naqueles tempos. Mas o livro Escuta Só: Do Clássico ao Pop dá mostras de como é possível encarar a música de uma forma genérica e sem preconceitos -- especialmente agora, na era da pósmodernidade. Ou seja, é extremamente ingênuo achar que os rótulos deixarão de existir -- e eu adoro os rótulos, pois vejo eles como guias e legendas que nos auxilia no processo de pesquisa e audição, principalmente quando ainda somos neófitos --, mas o que Alex Ross propõe é que não nos fechemos em apenas um ou dois tipos de músicas, como num sistema feudal, mas nos façamos livres para apreciar toda e qualquer espécie de criatividade em toda e qualquer espécie de música que possamos encontrar, já que, com o advento da internet, entramos numa era de total acessibilidade à informação e aos vários estilos de música.

2 comentários:

Gabriel Vince disse...

Excelente!

Anônimo disse...

Exaatamente. Já acredito que tá nascendo poucos, mas realmente críticos para pensar nessa linha.

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