BandCamp - Música Independente!
Bandcamp!
Site do Vagner Pitta: Acervo de jazz: discos e fotos!
Site do Pitta
Siga-nos no twitter: dicas, vídeos, links gerais sobre música!!!
Twitter/Siga-nos!
Confira todos os links que indicamos no Farofa Moderna Links!
Best Albums
Facebook do Vagner Pitta
Grupo no Facebook
Last.Fm - Playlists de Vagner Pitta
last.fm - Playlists
Confira nosso acervo de vídeos!!!
Great Videos!
contato.vagnerpitta@hotmail.com
OBS: Produtores, músicos, escritores e outros que quiserem divulgar no Blog Farofa Moderna, consultem nossas políticas na página ABOUT US e contate-nos.
Para uma melhor visualização do blog, use o navegador Google Chrome/To better view the blog, use the Google Chrome browser

Welcome to Blog Farofa Moderna! Search bellow:

Highlights: ensaios, lançamentos, curiosidades, posts mais lidos e etc

Música Erudita!
Eric Dolphy
Eletronic+Jazz!
London Improvisers
Hamilton de Holanda
Mario Pavone
Lançamentos!
Max Roach!

Views since May/ 2010

Translate

Mostrando postagens com marcador New Orleans Jazz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador New Orleans Jazz. Mostrar todas as postagens

Reis do Crescent City no Jazz at Lincoln Center Radio

0 Comentários
Scott JoplinKing Oliver







NEW ORLEANS, THE LAND OF DREAMS, AT THE MOUTH OF THE MISSISSIPPI RIVER. IT’S THE HOME TOWN OF JAZZ IN AMERICA -- WHERE SLAVES’ FIELD HOLLERS. SPIRITUALS , BLUES, AFRO  LATIN RHYTHMS AND RAGTIME ALL CAME TOGETHER IN THE MUSIC WE CALL JAZZ, IN THE CENTURY SINCE IT WAS BORN, JAZZ HAS BECOME A CULTURAL SYMBOL OF AMERICA, INFUSED OUR POPULAR AND ‘SERIOUS’ MUSIC, AND DEVELOPED SO MANY OF ITS OWN VARIETIES /THAT THE FOUNDERS MIGHT NOT RECOGNIZE THEIR OWN CREATION.
Ouça/ Listen
Script do programa

Programa gavado em 27/11/2008 para o Radio do Jazz at Lincoln Center, instituição midiática do jazz em NY, dirigida por Wynton Marsalis. Trata-se de um programa de rádio sobre os Reis de New Orleans (ou Crescent City, como é o apelido da cidade de New Orleans) do início do jazz: Scott Joplin, King Oliver, Louis Armstrong, Jelly Roll Morton e Sidney Bechet. O programa conta com a apresentação do trombonista Wycliffe Gordon e varios comentários adicionais sobre os tais músicos do New Orleans Jazz. As faixas que compõe o programa foram gravadas em um concerto especial, onde os músicos da Lincoln Center Jazz Orchestra e seus convidados recriam de forma brilhante e enérgica os primeiros standards do estilo primário do Crescent City. Para ouvir este programa, é preciso ter os players Real Player ou o BSPlayer. Se vocÊ já os tiver, clique no link acima que dá acesso ao programa. Há, também, um link que dá acesso à páginas em PDF com todo o script do programa. Boa audição e leitura!!!

Warren “Baby” Dodds - Talking & Drum Solos + Country Brass Bands Reissue

3 Comentários
Warren "Baby" Dodds nasceu em 24 de Dezembro de 1898, New Orleans. Seu avô era baterista em Congo Square, e seu irmão o famoso clarinetista Johnny Dodds. Baby Dodds viu o lendário Buddy Bolden tocar no Lincoln Park. Estudou os rudimentos de percussão e leitura musical e aos 10 anos de idade, tocava em bandas locais. Aos 16, no American Stars, tocou em Storyville, mazurkas, polkas, quadrilhas e blues. Nos anos 20 com seu irmão Johnny, ingressam na King Oliver's Creole Jazz Band, inclusive, Louis Armstrong. Também tocou na Kid Ory's Band, Jelly Roll Morton's Red Hot Peppers, Louis Armstrong's Hot Seven, Pop's Foster, Bunk Johnson, entre outros. Em 1946 grava o primeiro disco de bateria solo(foto), pela Folkways Smithsonian em 10", onde fala dos estilos e técnicas junto com as músicas. É a gravação preferida de Han Bennink. Entre 1949 e 50 sofreu dois AVC's que o impossiblitaram de tocar. Faleceu em 14 de Fevereiro de 1959. Se a bateria e o Jazz são o que são hoje e ao longo de sua história, eis aqui um grande responsável. Obrigado, Baby Dodds!

“When a man is playing, it’s up to the drummer to give him something to make him feel the music and make him work. That’s the drummer’s job. The drummer should give the music expression, shading, and the right accompaniment. It’s not just to beat and make a noise”. - Baby Dodds

The Majesty of the Blues - Wynton Marsalis 1988

1 Comentários

Saiba mais sobre este disco/ English Version

1. The Majesty Of The Blues (The Puheeman Strut)
2. Hickory Dickory Dock/The New Orleans Function
3. The Death Of Jazz
4. Premature Autopsies (Sermon)
5. Oh, But On The Third Day (Happy Feet Blues)



Wynton Marsalis - trompete
Wes Anderson - saxo alto
Todd Williams - saxo tenor e soprano
Marcus Roberts - piano
Reginald Veal - contrabaixo
Herlin Riley - bateria

convidados especiais:

Dr. Michael White - clarinete
Danny Barker - banjo
Tedd Riley - trompete
Freddie Lonzo - trombone
Reverend Jeremiah Wright, Jr. - narração





Com este disco Wynton Marsalis começa uma nova fase na carreira. De 1979 até 1988, Wynton se estabeleceu como o maior trompetista de sua geração, resgatou o espírito do jazz tal como ele era nos tempos de Miles Davis e deu ao hard bop uma versão bem polida e bem original que viria a ser chamada de Neo-Bop. Em The Majesty of the Blues, Marsalis vai buscar inspiração na música nativa de New Orleans, no blue e nas marchas de ruas ( que muitas vezes eram tocados em funerais) e incorporar esses elementos ao seu estilo moderno. Sabe-se que, apesar de Wynton sempre ter sido original, ele moldava seus trabalhos em torno do hard bop e post-bop dos sextetos de Miles Davis dos anos 60. Trasparecendo, desde o começo, como uma figura neo-clássica, Wynton Marsalis era criticado pelas suas referências demasiadas ao formato de Miles Davis. As características dos discos de Wynton começam a mudar apartir deste disco de 1988: em vez de seu quinteto habitual que tinha como as maiores estrelas Marcus Roberts ao piano e Jeff Tain Watts na bateria, este disco já traz uma configuração mais próxima do legendário Wynton Marsalis Septet que marcou a segunda fase da carreira de Wynton apartir dos anos 90. As mudanças também são aparentes quanto ao repertório: Wynton passa a trabalhar em torno das característas do New Orleans Jazz, do Swing e do Blues. As maiores referências e inspirações de Marsalis para suas composições dessa época são Charles Mingus e Duke Ellington e não mais Miles Davis como na década de 80. Na verdade, todo esse revivalismo mesclado com seu personalíssimo talento de tocar e compor tem como principais objetivos resgatar as formas e as bases primárias do jazz de um modo original e moderno, e estudar e resgatar os maiores compositores do jazz desde seus primórdios. Em Majesty of the Blues, Marsalis mostra 4 composições próprias e uma de seu amigo Stanley Crouch que é uma sermão, algo como um lamento de New Orleans narrada pelo Reverendo Jeremiah Wright Jr. As composições de Marsalis mostram, além da harmonia básica do blues, uma certa dose de expressionismo bem ao estilo das harmonias de Duke Ellington ("melodias simples com finais complicados", como diria Wynton numa entrevista) e bem próximo das dissonâncias de Charles Mingus. No lugar do mago da bateria Jeff Tain Watts está o contido (porém competente) Herlin Hiley e entre os convidados especiais estão Dr. Michael White na clarineta, o veterano do banjo Danny Barker, o trombonista Freddie Lonzo e o trumpetetista Teddy Riley. O pianista-cego Marcus Roberts ainda faz parte deste trabalho. Adquira já este disco e viaje no estilo único das composições de Wynton Marsalis e, mais ainda, nos seus solos arrasadores !

Outros Excelentes Sites Informativos (mais sites nas páginas de mídia e links)