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The Majesty of the Blues - Wynton Marsalis 1988


Saiba mais sobre este disco/ English Version

1. The Majesty Of The Blues (The Puheeman Strut)
2. Hickory Dickory Dock/The New Orleans Function
3. The Death Of Jazz
4. Premature Autopsies (Sermon)
5. Oh, But On The Third Day (Happy Feet Blues)



Wynton Marsalis - trompete
Wes Anderson - saxo alto
Todd Williams - saxo tenor e soprano
Marcus Roberts - piano
Reginald Veal - contrabaixo
Herlin Riley - bateria

convidados especiais:

Dr. Michael White - clarinete
Danny Barker - banjo
Tedd Riley - trompete
Freddie Lonzo - trombone
Reverend Jeremiah Wright, Jr. - narração





Com este disco Wynton Marsalis começa uma nova fase na carreira. De 1979 até 1988, Wynton se estabeleceu como o maior trompetista de sua geração, resgatou o espírito do jazz tal como ele era nos tempos de Miles Davis e deu ao hard bop uma versão bem polida e bem original que viria a ser chamada de Neo-Bop. Em The Majesty of the Blues, Marsalis vai buscar inspiração na música nativa de New Orleans, no blue e nas marchas de ruas ( que muitas vezes eram tocados em funerais) e incorporar esses elementos ao seu estilo moderno. Sabe-se que, apesar de Wynton sempre ter sido original, ele moldava seus trabalhos em torno do hard bop e post-bop dos sextetos de Miles Davis dos anos 60. Trasparecendo, desde o começo, como uma figura neo-clássica, Wynton Marsalis era criticado pelas suas referências demasiadas ao formato de Miles Davis. As características dos discos de Wynton começam a mudar apartir deste disco de 1988: em vez de seu quinteto habitual que tinha como as maiores estrelas Marcus Roberts ao piano e Jeff Tain Watts na bateria, este disco já traz uma configuração mais próxima do legendário Wynton Marsalis Septet que marcou a segunda fase da carreira de Wynton apartir dos anos 90. As mudanças também são aparentes quanto ao repertório: Wynton passa a trabalhar em torno das característas do New Orleans Jazz, do Swing e do Blues. As maiores referências e inspirações de Marsalis para suas composições dessa época são Charles Mingus e Duke Ellington e não mais Miles Davis como na década de 80. Na verdade, todo esse revivalismo mesclado com seu personalíssimo talento de tocar e compor tem como principais objetivos resgatar as formas e as bases primárias do jazz de um modo original e moderno, e estudar e resgatar os maiores compositores do jazz desde seus primórdios. Em Majesty of the Blues, Marsalis mostra 4 composições próprias e uma de seu amigo Stanley Crouch que é uma sermão, algo como um lamento de New Orleans narrada pelo Reverendo Jeremiah Wright Jr. As composições de Marsalis mostram, além da harmonia básica do blues, uma certa dose de expressionismo bem ao estilo das harmonias de Duke Ellington ("melodias simples com finais complicados", como diria Wynton numa entrevista) e bem próximo das dissonâncias de Charles Mingus. No lugar do mago da bateria Jeff Tain Watts está o contido (porém competente) Herlin Hiley e entre os convidados especiais estão Dr. Michael White na clarineta, o veterano do banjo Danny Barker, o trombonista Freddie Lonzo e o trumpetetista Teddy Riley. O pianista-cego Marcus Roberts ainda faz parte deste trabalho. Adquira já este disco e viaje no estilo único das composições de Wynton Marsalis e, mais ainda, nos seus solos arrasadores !

Um comentário:

Cris-Japa disse...

Muito obrigado pelo post.

Nestas peregrinadas da vida a gente deixa muita coisa pra trás, como este vinil por exemplo.

Hora de matar a saudade desta bolacha deliciosa!

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