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A coletânea com a nata do free, spiritual, soulful e energic jazz da Impulse! Records...

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Alice Coltrane
Por 15 anos, de 1960 à 1974, a Impulse! Records, fundada pelo célebre produtor Creed Taylor, foi o selo de jazz mais vanguardista e, talvez, o melhor celeiro de novas sonoridades, à frente até da Blue Note. O rótulo ficou amplamente conhecido por suas produções relacionadas à estética do free jazz, bem como um estilo de jazz que, quando não inteiramente free, era chamado de "spiritual jazz" ou era misturado com elementos orientais e africanistas da world music, haja vista a espiritualidade, o misticismo e a visceralidade soulful através de discos que o selo lançou com Albert Ayler, John Coltrane, Charles Mingus, Archie Shepp, Pharoah Sanders, Alice Coltrane, Sun Ra e etc; mas, também, o selo lançou diversos álbuns mais mainstream de músicos como Coleman Hawkins, Milt Jackson, Shirley Scott, Blue Mitchell, entre outros. Atualmente a holding jazzista da Impulse pertence à Universal Music Group, sendo que as várias reedições são de cargo da sua subsidiária Verve Music Group. Pois bem, a Verve acaba de reeditar a nata de todo o material da Impulse! num total de trinta CD's que podem ser comprados avulsamente ou todos num box só: trata-se da série "Impulse 2-on-1" com dois álbuns de cada um dos principais músicos que já passaram pela gravadora.

"Ptah, the El Daoud" (Impulse!, 1970) - Alice Coltrane — harp, piano; Joe Henderson — alto flute, tenor saxophone; Pharoah Sanders — alto flute, tenor saxophone, bells; Ron Carter — bass; Ben Riley — drums

Entre os títulos estão álbuns de Blue Mitchell (African Violet, Summer Soft), Chico Hamilton (El Chico, The Further Adventures of El Chico), Curtis Fuller (Soul Trombone, Cabin in the Sky), Elvin Jones (Illumination, Dear John C), Howard Roberts (Antelope Freeway, Equinox Express Elevator), Keith Jarrett (Mysteries, Shades), Marion Brown (Greechee Recollections, Sweet Earth Flying), Mel Brown (The Wizard, Blues for We)… e aqueles mais conhecidos de Oliver Nelson, Art Blakey, Archie Shepp, Albert Ayler…entre outros. Com preços até que bem acessíveis, eis aí uma ótima oportunidade de adquirir um mosaico do jazz vanguardista dos anos 60 e 70, já que vários desses títulos já saíram fora de catálogo ou nunca foram reeditados em CD: a maioria, aliás, só podem ser encontrados em raros LP's que, diga-se de passagem, são disputados a unhas e dentes por colecionadores. Clique nas imagens para acessar mais sites com informações e com o material disposto para venda!

Happy Birthday (2) - O selo que criou sua própria concepção de som

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Clique aqui para visitar o site da ECM Records

Manfred Eicher






















Selo fonográfico de Munique fundado em 1969 por Manfred Eicher permanece como referência do jazz, do experimentalismo e da música clássica.


Egberto Gismonti, um dos grandes nomes da música instrumental no Brasil também foi uma revelação dos históricos festivais promovidos pela televisão nos anos 1960. Mas foi de um estúdio em Oslo, na Noruega, em 1976, que ele armou o salto para a conquista do prestígio internacional. Ao lado do percussionista Naná Vasconcelos, gravaria Dança das Cabeças, que já nascia premiado por sair sob a tutela de uma gravadora muito especial: a alemã ECM Records.

Para comemorar seus 40 anos, a ECM (Edition of Contemporary Music) lançou há pouco uma série de 40 títulos, batizada de Touchstones. O pacote traz parte de seu suntuoso acervo em formato digipack com cds que vão de Chick Corea ao cultuado trio Codona, formado por Naná Vasconcelos e os músicos norte-americanos Don Cherry e Collin Walcott. O álbum Duas Vozes (1984), outra parceria de Vasconcelos com Egberto Gismonti, também foi incluído na série comemorativa.



A consagração de um visionário


Em 1969, a ECM não se tratava só de uma sigla ambiciosa numa Alemanha que já estava restabelecida econômica e tecnologicamente depois das desgraças da Segunda Guerra Mundial. O principal trunfo do selo era mesmo o seu criador, o produtor musical Manfred Eicher, nascido em 1943 em Lindau, no sul da Alemanha.

Eichner, de caráter empreendedor e de muito senso estético, foi talhado para revolucionar o sistema de gravação analógico sob o lema The most beatiful sound next to silence (o som mais bonito parecido com o silêncio). Ele mesmo era um habilidoso contrabaixista e, posteriormente, foi diretor de cinema.

Além disso, iria alavancar a carreira de artistas do quilate de Keith Jarrett, Pat Metheny e Jan Garbarek, além dos citados Gismonti e Vasconcelos, nas correntes mais progressistas da música mundial.

Ex-integrante da Filarmônica de Berlim, Eicher começou a perceber que o seu papel na cena musical iria mais além do que tocar contrabaixo, ao assistir aos 18 anos uma apresentação do Bill Evans Trio em Nova York. Seu entusiasmo pela questão da sonoridade, que já se prenunciava quando Eicher não arredava o pé da sala de gravações em que a orquestra berlinense registrava suas peças, só precisava de um suporte financeiro para virar realidade.


Full Force - Art Ensemble of Chicago Codona - Colin Walcott, Don Cherry e Naná VasconcellosFacing You - Keith JarrettExtensions - Dave Holland












Produzir discos, por que não?

Foi aí que Karl Egger, comerciante de Munique proprietário da loja em que Eicher costumava comprar seus long-plays, entrou na história, acenando com um investimento de, na época, 16 mil marcos. Não era muito, mas o suficiente para soltar Free at Last, do pianista norte-americano Mal Waldron, que seria o primeiro passo rumo àquilo que se convencionou chamar o som ECM.

Intuitivo, Eicher sempre tentava encontrar as condições técnicas e ambientais – a temperatura e a iluminação adequadas dentro ou fora do estúdio – para atingir o êxtase musical. "Todos os discos que Codona gravou foram feitos em apenas três dias. Dois deles para gravação e o último para fazer a mixagem. Era assim que a ECM trabalhava", conta Naná Vasconcelos.

O resultado era fantástico. A concepção acústica deveria ser encarada como verdadeira escultura sonora, assim como as capas dos discos. Estas combinavam majoritariamente sugestivos motivos fotográficos em preto-e-branco com a música contemplativa que é característica do selo.



O estouro de Jarrett

A determinação, o talento e a coragem que Manfred Eicher sempre investiu nos trabalhos de músicos que considera extraordinários – independente do grau de fama deles –, iriam ser coroados definitivamente seis anos depois da criação da ECM, com o álbum Köln Concert, gravado ao vivo por Keith Jarrett em Colônia no dia 24 de janeiro de 1975.

O disco ultrapassou a marca dos três milhões de exemplares vendidos, um fenômeno, considerando o fato de ser um disco-solo de um pianista de jazz. Hoje, Jarrett pode se orgulhar de ter 44 álbuns lançados pela ECM, o que atesta o propalado nível de boa convivência que Eicher mantém com os músicos de seu selo, algo raro no meio fonográfico.

"Todo produtor tinha que ser músico e já ter ficado, ele mesmo, de frente para o microfone", sentenciou o "pai" da ECM. Os artistas que trabalham com ele sabem que têm ao seu lado um verdadeiro parceiro musical, disposto e, principalmente, capaz de dar opiniões oportunas. "Eu os influencio no sentido de fazer questionamentos, de dar sugestões e apontar novas direções. Mas é claro que eu só posso dar cabo da tarefa se for com a intensidade que se espera de mim, com empatia", declarou ao diário suíço Neue Zürcher Zeitung.

A ECM Records, que a partir de 1984 também passou a se dedicar à música clássica, instaurando a chamada New Series, sempre deu ótima acolhida aos brasileiros Egberto Gismonti e Naná Vasconcelos. O primeiro chegou a ter 12 discos de seu selo Carmo licenciados para a ECM (com títulos como Alma, Circense e Nó Caipira, de Gismonti, e Violão, de Nando Carneiro).

Já Naná Vasconcelos se faz presente no catálogo com o seu solo Saudades, com a trilogia de Codona, agora relançada em estojo de luxo, os três álbuns divididos com Gismonti (Dança das Cabeças, Sol do Meio-Dia e Duas Vozes), mais os cinco discos com o saxofonista Jan Garbarek e outros cinco com o baixista norueguês Arild Andersen.

"A ECM representa muito para a música mundial", afirma Vasconcelos. "A equipe deles era fantástica e as gravações eram em Oslo porque lá o telefone não tocava. E só quem ia para lá eram os músicos", completou o percussionista.


Fonte: Felipe Tadeu (Deutsche Welle)

Happy Birthday (1) - O desafio entre produzir jazz e ser vendável

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Alfred Lion & Dexter Gordon

Alfred Lion & Hank Mobley





















O 70º Aniversário da Blue Note


Quando os imigrantes Alfred Lion (judeu naturalizado alemão) e seu amigo de infância Francis Wolff (alemão) fundaram a Blue Note, uma pequena gravadora independente em 1939, talvez eles não previram que aquela seria a maior etiqueta do jazz na história do gênero. E essa grandiosidade não é representada apenas por números comerciais ou rankings de vendas - o que, para os empresários e produtores, é verdadeiramente uma obsessão -, mas, sobretudo, pela linhagem musical da gravadora norte-americana, que praticamente definiu o Jazz Moderno nas décadas de 50 e 60, décadas de ouro do espirituoso Hard bop e do enérgico Free Jazz. Através da Blue Note já foram descobertos e redescobertos musicos que vão de pioneiros como Sidney Bechett à mestres modernos como Wayne Shorter e Herbie Hancock. Aliás, nas décadas de 50 e 60, a Blue Note alcançou status de excelência e vanguardismo justamente através de lançamentos que definiram o Hard bop, o jazz modal e até ajudaram a divulgar o Free Jazz: alguns músicos como Horace Silver, Miles Davis, Donald Byrd, Lee Morgan, John Coltrane, Wayne Shorter e até Ornette Coleman, por exemplo, foram lançados ao sucesso através da gravadora de Alfred Lion.

O pianista Bill Charlap comenta sobre o projeto Blue Note 7


Atualmente a Blue Note já não é mais um pequeno selo independente, mas caminha para representar um sucesso nos faturamentos da inglesa EMI, um grupo colossal que recentemente mostrou ousadia ao querer compar a americana Warner Music Group. Essa ascenção comercial é creditada ao seu atual presidente Bruce Lundvall, que revitalizou o selo desde que foi contratado pela EMI em 1984. Ora, depois do fracasso do jazz na década de 70 a Blue Note, até essa data de 1984, era praticamente uma parcela morta no grande grupo. Mas Lundvall, numa constante obsessão de resgatar e aumentar o portfólio jazzístico, empreendeu uma verdadeira busca por novos e promissores nomes: desde então a gravadora contratou cantoras e músicos legendários como Diane Reeves, Cassandra Wilson, Joe Lovano, Greg Osby, Anita Baker, Norah Jones, Terence Blanchard e, mais recentemente, Robert Glasper, Lionel Loueke, Wynton Marsalis, Gianluca Petrella, Jason Moran, o contrabaixista Avishai Cohen e o pianista Aaron Parks, duas das mais recentes especulações. Ao considerar que o atual êxito da gravadora segue entre o estrondoso sucesso comercial do jazz-pop de Norah jones - que chegou a vender 5 milhões de cópias num só ano - e o jazz neo-tradicionalista de Wynton Marsalis - que em 2008 alcançou a grande marca de 100 mil cópias com o disco "Willie Nelson e Wynton Marsalis: Two Man with the Blues" - Robert Lundvall diz que a gravadora caminha para definir sua indentidade entre o jazz e "pop sofisticado adulto". O maior desafio da Blue Note, portanto, é como ela pode continuar a ser um selo e gravadora de jazz rentável no atual e gigantesco universo dos negócios fonográficos. E Bruce Lundvall, com 73 anos de idade e perto de se aposentar, responde: "Estendemos nosso alcance além do jazz, mas continuamos fiéis ao gênero. E será desse jeito enquanto eu estiver aqui, com certeza. Com os artistas de jazz sérios você não ganha nem perde ou tem um pequeno lucro. Você mantém os orçamentos na linha, faz o melhor trabalho de marketing que conseguir, e fica com artistas à medida que crescem. Desde que não estejamos seriamente no vermelho, coisa que nunca aconteceu a partir do momento que assumi, ninguém vai dizer: ‘Livre-se desse ou daquele’". Esse sentimento e amor pelo jazz e a intenção de torná-lo um gênero rentável sem deixar de lado a qualidade musical foi uma marca registrada de Alfred Lion, um homem de grande tino comercial e faro músical. Tanto que Lundvall, quando entrou na presidência do selo em 1984, teve que responder a Lion a seguinte pergunta: "Como você fará para promover o jazz e ser comercialmente viável, ao mesmo tempo?". Com a iminente aposentadoria de Lundvall, essa voltou a ser "a pergunta que não quer calar" e já assusta os atuais diretores da Blue Note.

Bruce Lundvall & Terence BlanchardMusicalmente falando, o saxofonnista Greg Osby, incitado a descrever a representatividade da gravadora, disse: "Hoje eu tenho meu próprio selo, mas eu passei 16 anos sob o comando de Bruce Lundvall: ele é o último sobrevivente, é como Clint Eastwood. E a Blue Note...bem, não existe uma gravadora, em nenhum outro lugar do panteão dos selos de jazz, com tamanha majestade ou realeza de linhagem". Embora a afirmação de Osby seja óbvia, a atual indentidade da Blue Note, outrora sinônimo de vanguardismo e inventividade, é rechaçada por alguns dos mais atuais críticos de jazz que ainda tentam empregar o rótulo "Vanguarda" às atuais abordagens minimalistas ou à discos lançados com técnicas que foram impostas à 60 ou 50 anos atrás pelas vanguardas históricas: eles afirmam que a gravadora segue numa linha neo-tradionalista e está aquém da modernidade e sofisticação impostas por gravadoras seminais como a alemã ECM. Como sempre e mais uma vez, os tais críticos, munidos de preconceitos estéticos, fazem mal juízo ao tentar denegrir a gravadora que, além da grande representavidade histórica, prossegue numa fase crescimento musical, lançando ao sucesso grandes e inventivos músicos como Cassandra Wilson, Jason Moran, Gianluca Petrella, Greg Osby e contratando outros como Robert Glasper, Aaron Parks e Avishai Cohen, todos músicos de grande excelência e criatividade na atual esfera do jazz contemporâneo.


Recentemente a Blue Note segue comemorando seus 70 anos de existência com suntuosos eventos e lançamentos em grande estilo através de shows, livros, “merchandising” (tênis, bonés, camisetas e divulgações afins) e até box sets e discos inéditos. A "festinha de aniversário" ocorreu dia 27 de Fevereiro de 2009, no moderno Dizzy’s Club Coca-Cola (um dos quatros espaços pertencente ao Jazz at Lincoln Center, dirigido por Wynton Marsalis) com a presença do próprio Bruce Lundvall que comandou a noite aos solos do legendário saxtenorista Lou Donaldson e ao canto sussurrado da cantora Norah Jones. Além dessa, a Blue Note estendeu suas comemorações com uma longa invasão nos clubes de jazz da Cidade de Nova York e em outras casas de espetáculo: já foram realizados os shows com Lou Donaldson e Dr. Lonnie Smith no “Dizzy’s Club Coca-Cola” e outros artistas como Anita Baker, Terence Blanchard, Bill Charlap, Robert Glasper, Norah Jones, Joe Lovano, Lionel Loueke, Wynton Marsalis, Jason Moran, Willie Nelson, Aaron Parks, Dianne Reeves e Cassandra Wilson se apresentarão (ou já se apresentaram) em locais como “Blue Note Jazz Club’, “Jazz at Lincoln Center”, “Jazz Standard”, “Town Hall” e “Village Vanguard”. Além das comemorações em Nova Iorque, a capital mundial do jazz, a Blue Note terá muitos festivais de jazz dedicadas a ela: já ocorreu, por exemplo, o 6° Festival de Jazz em Portland no Oregon (13 a 22 de Fevereiro) que foi inteiramente dedicado à celebração do selo com o título “Somethin’ Else: Blue Note Records at 70” , apresentando performances de integrantes, do presente e do passado, do elenco da “ Blue Note”, bem como um painel de discussões sobre o legado da gravadora com Bruce Lundvall, Michael Cuscuna e vários jazzistas, escritores e historiadores. E está para acontecer outros festivais que farão parte das homenagens: “ Blue Note Records Festival” na França (30 de Março a 11 de Abril ), “JVC Jazz Festival” em Nova York, Festival Internacional de Jazz de Montreal, “Newport Jazz Festival” em Rhode Island, dentre outros.

Já os lançamentos fonográficos inclui clássicos remasterizados - que dão continuidade à linhagem dos lançamentos da série Rudy Van Gelder (série dedicado ao genial engenheiro de som que masterizou a maioria das grandes pepitas da Blue Note) - e um album inédito com uma formação especial para o aniversário: trata-se do Blue Note 7, disco lançado pela Mosaic (fatia da Blue Note) com a formação de septeto, tendo como integantes Nicholas Payton (trompete), Ravi Coltrane (sax-tenor), Steve Wilson (sax-alto), Bill Charlap (piano), Peter Bernstein (guitarra), Peter Washington (contrabaixo) e Lewis Nash (bateria e direção artística). Nas estatísticas de 2008 os álbuns da série remasterizada que tiveram mais sucesso de venda foram "Blue Train" (John Coltrane,1957), que vendeu 15 mil cópias e "Maiden Voyage" (Herbie Hancock, 1965), que vendeu 10 mil. Esses números até são modestos para catálogos de jazz, mas depois de considerar que esses lançamentos já corresponderam à metade da receita e agora estão perto de um terço, o selo decidiu fazer uma faxina no seu antigo catálogo, deixando de comercializar qualquer título que vendesse menos de 350 cópias em um ano. Os fãs de jazz, por sua vez, ficaram assustados e reclamaram com o fato de títulos significativos estarem na lista, mas os álbuns descartados ainda são oferecidos em formato digital através dos meios da internet. A não perder estão as promoções de catálogo por meio de serviços como iTunes e Rhapsody. Além desses meios, na onda do 70º aniversário, a Amazon apresentou uma série de CDs exclusivos, com mais de 200 títulos fora de circulação. Então, não há desculpas para os fãs iniciantes que queiram conhecer o jazz através dos registros da Blue Note e, muito menos, para os jazzófilos que queiram ampliar suas coleções e/ou adquirir as pepitas mais inéditas do selo.

(Vagner Pitta)


Outros Excelentes Sites Informativos (mais sites nas páginas de mídia e links)